Manaus, 24 de Setembro de 2018
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Estratégia

Por: Da Redação por Irineu Vitorino
19 Mar 2018, 14h47

Afinal pode a administração estratégica auxiliar os gestores, sendo que existem tantas variáveis para levar em consideração, e organizações são tão distintas?

O processo da administração estratégica é uma das principais ferramentas utilizadas pelos gestores para alcançar os objetivos organizacionais de forma eficaz e está ancorado em cinco etapas. A primeira é a análise do ambiente, interno e externo. Seguida pelo estabelecimento das diretrizes organizacionais, representada pela missão e pelos objetivos. A terceira etapa é a formulação de estratégias. Sua sequência é a implementação das estratégias formuladas. Finalizando, a quinta etapa é o controle estratégico.

O trabalho de um estrategista eficaz é contínuo e intenso e requer análises detalhadas e profundas, bem como predisposição para estimular todos os colaboradores a utilizarem o bom senso no tocante aos objetivos organizacionais.

Um ponto crucial da administração estratégica é o entendimento de que as organizações são sistemas abertos imersas em um ambiente onde interagem intensamente, sofrendo influencias constantes do mesmo.

Para ver ouro onde os outros veem risco as organizações necessitam mudar a visão da eficiência para eficácia. Que consiste em atender às demandas do mercado, ao invés de procurar focar no desenvolvimento de um produto ou serviço com base no enfoque interno da organização. Dessa maneira a organização poderá identificar uma lógica competitiva distinta da dos concorrentes.

A Estratégia pode ser definida como um o padrão ou um plano cujo objetivo consiste em integrar as principais metas, as políticas bem como definir uma sequência de ações de uma organização de maneira coerente. É utilizada para ordenar providenciar recursos necessários para que a organização alcance seus objetivos.

O padrão de ações e atitudes proposto pela estratégia é o norteador das decisões estratégicas, que ajudam a formar as metas, a delinear os limites de atuação determinam a direção geral do empreendimento.

Considerando a dificuldade em prever mudanças no ambiente, a estratégia deve ser amparada em dois estilos: o deliberativo e o emergente. A estratégia deliberativa, que se encarrega de antecipar aos acontecimentos apresentados pelos ambientes e, embasado nesta observação desenvolve plano de ação prévio a fim responder adequadamente e maximizar os resultados e a estratégia emergente, que agrega valor as estratégias deliberadas ao permitir flexibilidade e agilidade nas tomadas de decisões. Por outro lado a estratégia emergente fomenta o aprendizado.

Não existe um consenso sobre as melhores ferramentas e técnicas em relação às estratégias. As organizações, como sistema aberto, estão sujeitas às influencias de maneira inusitada e constante do ambiente. Os efeitos céleres da globalização, a proeminente necessidade da responsabilidade social e ambiental bem como a ética, permeiam a complexidade da ação dos gestores e por consequência ampliam seu leque de desafios. As exigências de curto prazo dos investidores contrapõe as necessidades do mercado de longo prazo. O papel do gestor principal fica cada vez mais, complexo e exige talentos e competências por vezes antagônicas. Mas tudo isso deve ser transformado em uma estratégia capaz de vencer esses desafios e alinhar os interesses organizacionais.

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