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Vacinação contra febre aftosa termina dia 31

Por: Hellen Miranda e Assessoria
24 Ago 2017, 16h07

Crédito:Divulgação
Termina na próxima quinta-feira (31), o prazo para os produtores rurais do interior do Estado vacinarem seus rebanhos contra a febre aftosa. Ao todo, 41 municípios amazonenses devem aderir a segunda etapa da campanha de vacinação, que iniciou no dia 15 de julho. Com preço médio entre R$ 1,80 e R$ 2,20, a dose deve ser adquirida em casas agropecuárias credenciadas pela Agência de Defesa Agropecuária e Florestal (Adaf) ou, nos escritórios do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal do Amazonas (Idam). A vacinação é obrigatória e está passível a penalidades como a multa.

A campanha "Amazonas sem Aftosa" faz parte das ações de defesa sanitária animal para promover a erradicação da doença em todo Estado, de acordo com as diretrizes do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), coordenado pela Agência de defesa do Amazonas. Após o fim desse prazo, os produtores devem ficar atentos porque terão mais 15 dias para notificar junto aos escritórios da Adaf e do Idam a vacinação do rebanho, orientou a Agência de Defesa Agropecuária e Florestal.

A vacina deve ser aplicada em bovinos e bubalinos de todas as idades e quem não cumprir e não notificar a ação, está passível a penalidades como multa de R$ 40 por cabeça de gado não imunizado. Além disso, o pecuarista amazonense deverá pagar mais R$ 300 por propriedade e pagamento dos custos de deslocamento para Adaf realizar a vacinação, de acordo com a Lei nº 2.923, de 27/10/2004, e Decreto nº 25.583, de 28/12/2005. O infrator não poderá, ainda, retirar Guia de Trânsito Animal (GTA), transportar os animais para comercialização e nem participar de eventos pecuários.

Primeiro estado brasileiro
Recentemente foi apresentado aos pecuaristas da região, o atual panorama do Amazonas no cenário nacional como estado livre da febre aftosa com vacinação. A estimativa é que até 2020 o Estado se torne a primeira federação brasileira a conquistar o reconhecimento internacional de área livre sem aftosa e sem vacinação através da Organização Mundial de Saúde (OIE), em Paris.








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