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Empresas do setor petrolífero serão fiscalizadas pelo Crea-AM

Por: Jefter Guerra e Asssessoria
22 Ago 2017, 16h34

Crédito:Divulgação/Assessoria
Com a intenção de averiguar a regularidade dos serviços executados na área de Engenharia, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (Crea-AM) deu início a nova etapa do trabalho de fiscalização.

A ação de fiscalização alcançará as empresas do setor petrolífero, distribuidoras de combustíveis e terceirizadas. Na lista do Conselho estão a Petrobras, Transpetro, Rosneft e Cigás.

A primeira etapa da ação, idealizada pela Câmara Especializada de Engenharia Elétrica e Segurança do Trabalho (CEEEST) do Conselho, iniciou recentemente.

O objetivo é realizar um amplo levantamento dos contratos dessas empresas com as terceirizadas.

De acordo com a superintendente adjunta de Fiscalização do Crea-AM, engenheira civil Socorro Lamego, a intenção é averiguar a regularidade dos serviços executados na área de Engenharia. "Para tanto, solicitamos listas dos profissionais dos quadros próprios dessas grandes empresas e das contratadas a fim de verificar se estão atuando em conformidade com o estabelecido nos normativos do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e assim, garantir o resguardo dos direitos dos profissionais do Sistema (Confea/Crea) no ambiente de trabalho", afirmou.

Segundo o presidente em exercício do Conselho, engenheiro civil José Carlos Paiva, além de preservar os direitos dos profissionais do Sistema, esse tipo de atuação do Crea-AM também contribui para   garantir à sociedade serviços de qualidade oferecidos por essas empresas.

Outras etapas estão previstas voltadas à fiscalização do segmento petrolífero. Além dessa ação, o Crea-AM está dando continuidade a fiscalização preventiva com o intuito de orientar autoridades, profissionais, empresas e a sociedade em geral sobre a legislação que regulamenta o exercício profissional. Por meio de sua atividade-fim, o Conselho busca salvaguardar a sociedade de possíveis danos que possam vir a ocorrer. "Desta forma, buscamos assegurar que apenas profissionais habilitados possam desempenhar atividades na área de Engenharia", concluiu o presidente.

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