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Nova estratégia para o turismo

Por: Tânair Maria tmaria@jcam.com.br
31 Mar 2017, 14h09

As vendas diretas, por ser uma alternativa aos momentos de crise, cada vez mais, têm atraído empreendedores que procuram por novas oportunidades de negócios. Por isso, o setor tem se reinventado para suprir as demandas de mercado e continuar crescendo ao oferecer, cada vez mais, oportunidades para os empreendedores, tanto na forma de treinamento sobre produtos e gestão de negócios, como oferecendo inovação e novas tecnologias para facilitar o dia a dia dos profissionais independentes. Foi neste cenário que surgiu a primeira empresa brasileira de vendas diretas em multinível de turismo e viagens, com alcance global, a AGR. Uma empresa sem fronteiras de atuação com oportunidade internacional, um negócio sem limites geográficos e de resultados, que já está de investindo no potencial amazônico.

De acordo com a ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas) o setor de vendas diretas tem um potencial de crescimento para a base de empreendedores, previsto para este ano. É um setor que oferece uma real oportunidade de empreender com baixo risco e baixo investimento. Dado ao grande número de pessoas que estão fora do mercado de trabalho, cerca de 13 milhões de brasileiros desempregados, as empresas de vendas diretas terão a oportunidade de dirigir suas estratégias para atrair novos empreendedores.

Para a diretora executiva da ABEVD, Roberta Kuruzu, setor de vendas diretas se destaca dos demais pela capacidade de superar adversidades socioeconômicas e proporcionar oportunidades para os profissionais. "Observamos que novas categorias de produtos estão implementando a distribuição de produtos pelo canal de vendas diretas e acompanhando a tendência da multicanalidade para atendimento de seus consumidores", observa.

Segundo Roberta, com os empreendedores mais capacitados e com ferramentas tecnológicas que facilitam a gestão de seus negócios, a tendência é a de melhoria nas vendas e qualidade nas relações com os clientes finais. "Assim como a venda direta evoluiu do modelo door-to-door para a venda por relacionamento e vendas em rede, entendemos que outras inovações, principalmente tecnológicas têm contribuído para o crescimento do canal globalmente. As pessoas jamais deixarão de se relacionar e confiar na indicação ou recomendação de uma outra pessoa, seja em uma relação pessoal ou virtual", conclui.

A AGR é uma startup de viagens online que acaba de surgir, tem uma proposta inovadora: criar uma multidão de agências de viagem online, uma para cada viajante, nas quais o cliente possa escolher seu próprio leque de locais a serem visitados e por quanto tempo.

Segundo o CEO da AGR, Clarel Lopes, a empresa traz uma oportunidade de baixo custo inicial, com um programa de treinamento acessível, o que possibilita construir um negócio de resultado em qualquer país em que atua. "Os produtos mais comercializados através da Venda Direta no Brasil são cosméticos e suplementos. Estamos inovando ao adotarmos o canal de Vendas Diretas em Multinível com objetivo de proporcionar uma experiência de compras do produto e serviços de turismo e viagens", garante.

Lopes quis fugir do produto tangível, e por isto optou por uma empresa de viagens virtual. Assim, a AGR partiu da seguinte premissa: comercializar um serviço não-tangível dentro de um dos mercados que mais cresce no mundo, o do turismo."O Brasil tem dimensões continentais, várias regras estaduais, o que torna difícil você ter uma empresa com uma distribuição rápida, instantânea e de qualidade em todo o país de itens físicos", disse.

Dentro deste contexto, a companhia fechou alianças estratégicas com os dois grandes fornecedores do mercado: uma empresa que opera com tarifas baixas como as das operadoras, e que até então só atendia ao mercado corporativo, e uma companhia de tempo compartilhado que também fez uma parceria exclusiva com os credenciados AGR. "Assim, a AGR já nasce mundial e sem aquele custo com fretes, logísticas, impostos abusivos, etc. Toda esta economia é distribuída aos credenciados na forma de maiores bonificações de mercado", informou Lopes.

Os Credenciados AGR são empreendedores que constroem negócios comercializando lazer e estilo de vida, trabalhando em casa, em tempo parcial ou integral. "Não vamos simplesmente vender viagens e turismo. A ideia é ajudar pessoas que querem viver a vida através da experiência dos nossos serviços ou dos resultados financeiros que a nossa oportunidade de negócio proporciona", explica Lopes.
A AGR consegue pagar até 50% dos bônus dela em comissões em níveis. Para tornar-se um credenciado e começar a usufruir das vantagens de pertencer ao mundo AGR, basta cadastrar-se no site e pagar a tarifa de R$ 150 anuais.

Na visão do CEO da AGR, a empresa é um movimento de pessoas que desejam trabalhar e conhecer o mundo. Esta é uma forma de enfrentar a crise, ganhando dinheiro, desfrutando do lazer e viabilizando viagens de negócios. "Se o Brasil passa por uma crise, entendemos que esse é o melhor momento de iniciarmos. Acreditamos que é uma fase transitória e quando passar, estaremos preparados para surfarmos na crista da onda.

Por isso, no nosso modelo de negócio não existe crise para quem deseja trabalhar e empreender", conclui.

R$ 20 milhões para Amazônia Legal
O MTur (Ministério do Turismo) anunciou o investimento de R$ 20 milhões para a realização de uma ampla campanha de promoção do turismo nos Estados da Amazônia Legal. A medida anunciada no dia 22 de fevereiro, deste ano, vem em resposta ao pedido realizado, pelo Fórum das Secretarias de Comunicação da Amazônia Legal, em conjunto com as secretarias de turismo dos Estados, que também tiveram representantes durante o evento.

A atual área de abrangência da Amazônia Legal corresponde à totalidade dos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e parte dos Estados do Mato Grosso, Maranhão (Oeste do meridiano de 44º de longitude oeste) e Goiás, perfazendo uma superfície de aproximadamente 5.217.423 km² correspondente a cerca de 61% do território brasileiro.

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