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Por isso, é indispensável a aprovação de reforma da Previdência que tem como objetivo arrumar as contas públicas

Por Alfredo Andrade

16 Abr 2019, 12h30

Crédito: Divulgação

As supostas incertezas não são peculiaridades de nossa economia. A desaceleração é global face a queda nas atividades.  E o FMI estima que a economia mundial vai crescer 3,3% neste ano, e, quiçá, 3,6% em 2020; deixando claro que o momento é delicado. Contudo, o presidente do BC afirmara que “no Brasil há recuperação gradual da economia; as taxas de juros se mantém nos mínimos históricos e a inflação se consolida ao redor das metas”. E, com isto, temos perspectivas mais favoráveis para a retomada do crescimento de nosso parque industrial. Ao final, salientara que  “o Brasil precisa prosseguir no caminho das reformas”.

E, assim voltamos para o mesmo problema: dívida pública que a cada mês fica mais potente tendo atingido em fevereiro R$ 5,34 trilhões, ou seja, 77,40% do PIB; o que é altamente excessivo para uma Nação que se dissera emergente. Após fevereiro, com acréscimo de receita e redução de gastos efetuados pelo atual governo, o Tesouro ficara no azul, com superavit de R$ 76,69 bilhões, o que nada representa; até porque o buraco do INSS gerara um deficit de R$ 194,89 bilhões (2,83% do PIB). Muito se deve à arrecadação de tributos que decorre do fortalecimento da atividade econômica e do compromisso de austeridade, nunca existentes nos governos petistas. Necessita o governo federal controlar as contas primárias o que transmitirá maior segurança aos investimentos, esperando-se, a seguir, um menor custo do dinheiro; o que redundará no retorno do crescimento. Por isso, é indispensável a aprovação de reforma da Previdência que tem como objetivo arrumar as contas públicas e reduzir, paulatinamente, a dívida interna pública, gerando a crença nos investidores e a segurança de que necessitam. Afinal, porque todos os envolvidos, notadamente os congressistas, não tem em mente que o País possui 13,2 milhões de desempregados? Será que a consciência  e o patriotismo não falarão mais alto?

E, não falemos da conta que os petistas deixaram após obrigarem o BNDES a torrar dinheiro público ao colocá-lo na Venezuela, Angola, Moçambique, Cuba e outros países, que insolventes obrigaram o tesouro a cobrir os financiamentos, que no fundo beneficiaram empreiteiras já denunciadas na LAVA-JATO. Que se abra a caixa-preta do BNDES para que se saiba o que as mãos sujas dos criminosos fizeram e como o transformaram  em um banco que torrara o nosso dinheiro em projetos “efetivados” em países comunistas e sem nenhum interesse nacional; só servindo “para pagamento de propinas a políticos e empresários corruptos, além de ditadores que “criminosamente asfixiam as populações de seus países” (ESTADÃO), como se observa na triste Venezuela. Se em 14 anos não tivemos resultados positivos porque a mídia comunista cobra com apenas 100 dias de governabilidade?

A ganância da esquerda sobrevivera até secarem as fontes do Mensalão, Petrolão e as benesses do BNDES, tomado de assalto por empresários e políticos  comunistas. Nunca se vira tanto roubo nos cofres públicos. E agora não conseguem se sustentar... sejam artistas, empresários com dívidas oriundas de tributos não recolhidos, hoje quase falidos. Esta não é só a triste realidade,  mas a verdade nua e crua. É o fim dos parasitas do Estado. Apesar de tudo que roubaram, somos uma Nação rica e temos um Presidente honesto. Com trabalho faremos bons profissionais e tornaremos nossos netos mais competentes e o povo mais orgulhoso. O Brasil é  dos brasileiros e o povo já acordara porque todos temos conciência de que não dormimos mais em berço esplêndido; assim como os petistas deveriam saber que hoje LULA é um ex-lider sem futuro, fazendo parte de um passado que o condenara. Bolsonaro já comprira 1/5 das promessas feitas durante a campanha, ou seja, quase o triplo da comunista Dilma no mesmo período de 100 dias (G1); começando a calar a boca da mídia comunista.

*José Alfredo Ferreira de Andrade é ex- Conselheiro Federal da OAB/AM  nos Triênios 2001/2003 e 2007/2009 - OAB/AM A-29  - Email: alfredo@andradegomesadv.com.br

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