Opinião

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Precisar

Dolosamente nunca cobraram de quem roubara os cofres públicos por longos 14 anos

Por Alfredo Andrade

03 Jun 2019, 09h06

Crédito: Divulgação

Não se pode ignorar que o povo fora às ruas para que se mantenha o combate à corrupção e para que o Congresso  aprecie e aprove as reformas necessárias à Nação. Afinal, isto será consequência da moralização no cenário político, fruto do amadurecimento de cada congressista e, com isto, todos demonstrarão que o consenso enobrece a democracia, fortalecendo-a e colocando-a acima dos interesses pessoais, até estão presentes no Legislativo. As ruas revelaram que as reformas são para melhorar  a economia e não para admitir que os congressistas mantenham aposentadorias em valores astronômicos para quem só “trabalhara” oito anos, o que é vergonhoso; tanto quanto para quem recebe 3 três aposentadorias no valor de R$32.000,00 ( Trinta e dois Mil reais) cada uma. Aliás, estes deveriam olhar para aqueles miseráveis de seus Estados que sobrevivem do lixo, faltando pouco para comerem carne de cachorro. Bem pior será se os congressistas mantiverem essas aberrações que envergonham a Nação, pois assim estarão votando e aprovando em benefício próprio. Por isso, não se trata de Bolsonaro governar, mas de Maia e o Min. Onyx colocarem a mão na consciência e votarem como todos, notadamente os que estão no primeiro mandato, ou seja, aprovarem o fim da aposentadoria  especial e, com isto, sairem das cinzas, até porque ser político não é profissão.

Mas o mais importante é que todos devem pregar o fortalecimento das instituições; evitando os atalhos antidemocráticos que não conduzem à prosperidade  de que necessita a Nação. Por isso, pensar superiormente é o dever de todos para o início de novos tempos onde muito se espera do Congresso, do STF e de parte da mídia comunista, para que cumpram suas funções de aprovar, julgar e investigar, informando desprovida de ideologia e de fanatismo. Taxar Bolsonaro de “fraco”, exigindo que se reerga a Nação em seis meses é demonstrar sua ira contra o resultado das urnas e contra o povo que fora às ruas, até porque dolosamente nunca cobraram de quem roubara os cofres públicos por longos 14 anos. A verdade dói e a perseguição leva ao descrédito.

Se é certo que a Nação precisa das reformas para crescer, não será menos certo que somente após estas poder-se-á  garantir um país mais produtivo é muito mais competitivo

*José Alfredo Ferreira de Andrade é ex- Conselheiro Federal da OAB/AM  nos Triênios 2001/2003 e 2007/2009 - OAB/AM A-29  

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