Opinião

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Flexibilidade, uma necessidade urgente

Precisamos estar sempre preparados e abertos a mudar

Por Flávio Guimarães

08 Mai 2019, 10h12

Crédito: Divulgação

Vivemos momentos de grandes acontecimentos positivos e negativos em todo o mundo. Repensar tudo é o que de melhor podemos fazer. Precisamos pôr em prática a flexibilidade que tanto falamos nas organizações, porém, o foco deve ser sempre para a melhor e maior rentabilidade (capacidade de um capital em produzir lucros).  Necessitamos para isto buscar o equilíbrio nas tomadas de decisões, saber decidir o melhor, ter responsabilidades nas tarefas designadas a cada um, estar aberto a mudanças sem resistências extremas e crescer a cada dia como profissional e também como pessoa. Neste momento não podemos confundir flexibilidade com submissão e nem rentabilidade com exploração, pois se assim o fizermos estaremos dando um passo equivocado em nossa história e teremos consequências catastróficas para nosso progresso, no presente e no futuro.  

Na administração, flexibilidade é o ato ou efeito de alterar procedimentos de acordo com a conveniência ou o interesse diante de evidências que comprovem a eficácia de outra medida. Na verdade ser flexível é ser maleável, de fácil manejo não sendo submisso e dobrável. Submissão é palavra e ato que não devemos incluir em nosso vocabulário devido nos trazer problemas com dimensões, muitas vezes, incontroláveis. Buscar o equilíbrio em tudo que se faz é ato realizado por pessoa e profissional de grande sabedoria decisória. Não podemos esquecer jamais de que trabalhamos e convivemos com pessoas e empresas diferentes, sendo assim ser flexível em todos os processos é o mínimo que precisamos ser para podermos gerenciar e gerir com sucesso garantido.

Mudanças fazem parte de nossa rotina diária. Precisamos estar sempre preparados e abertos a mudar. A resistência tem criado males nas organizações em geral, fazendo com que todos percam inclusive o crescimento profissional passa a ser negligenciado e como consequência às empresas não conseguem ser rentáveis do modo desejado.  A rentabilidade não é buscada do modo satisfatório trazendo prejuízos que dificilmente conseguimos recuperar. Precisamos ter em nossas mente o conceito claro de rentabilidade para podermos assim dar o retorno esperado para as pessoas e para as empresas. Vivemos um novo momento onde necessitamos aumentar, cada vez mais, nossas responsabilidades e compromissos a fim de criarmos um ambiente saudável e propenso a ganhos reais para todos os envolvidos. As tarefas que precisamos realizar devem possuir planejamentos com objetivos e metas traçadas a fim de atingi-los. Os objetivos organizacionais e os objetivos individuais devem estar sempre em equilíbrio evitando assim problemas de difícil solução.

Certamente, com o conceito claro de flexibilidade e rentabilidade conseguiremos ser práticos a ponto de realizarmos o que for necessário para podermos chegar ao crescimento esperado. Sendo flexível e equilibrado teremos a inteligência e a coerência ao nosso lado. Sabendo decidir estaremos buscando com responsabilidade o atingimento dos objetivos e metas traçados. Aceitando as mudanças necessárias ao processo reduziremos consideravelmente a resistência natural do novo. Conseguindo analisar os fatos como momentos novos a serem administrados conseguiremos crescer pessoal e profissionalmente. Tudo nos leva a crer que depende de nosso querer, aceitação e administração devemos elaborar um plano diferente que traga novidades aceitáveis por todos. Assim, estaremos sempre surpreendendo nossos concorrentes, cativando nossos clientes e parceiros, fidelizando e encantando-os com inovações atrativas para esse público e como consequência teremos maior rentabilidade com extrema flexibilidade.

Vamos refletir sobre isto?

*Flávio Guimarães é Mestre em Engenharia de Processos, Diretor da Guimarães Consultoria e Treinamento Empresarial Ltda

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